segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Pessoas, sempre pessoas...


Esse blog não é tão popular. Posso escrever o que me der na telha e isso é um alívio, pois preciso escrever para aliviar a angústia.

Me espanta a cada dia as pessoas. Não estou aqui falando mal de NENHUM coreano, caso você tenha vindo parar aqui por acaso.

Me espanta como as pessoas conseguem ser tão centradas nelas mesmas a ponto de não filtrar o que dizem. Não filtram o que pensam, talvez. Mas o pior de tudo: não se importam. Não se importam com o sentimento dos outros e em magoar ninguém. Nunca passa sequer a ideia de que podem estar ferindo alguém com o que dizem. Pois, afinal, tudo é uma grande piada, uma sacada engraçada ou, ainda, apenas sua opinião!

No entanto, em contrapartida, estão sempre preparados e a postos para rebater qualquer comentário, o mais inocente que seja. Sempre atacados e vitimizados, nunca atores e culpados em sua própria ignorância. Sempre mais engraçados, mais inteligentes e mais geograficamente bem localizados e agraciados com sua... maravilhosa ignorância, falta de bom senso, educação e HUMANIDADE.

E eu? Eu no meio desse furação? Eu apenas sinto muito. Sinto muito, mas não quero isso para mim, não quero tais companhias nem nenhum desafio psicologicamente filantrópico. Não sou assim tão altruísta.

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Natal, RN, Brazil
Eu não faço sentido, sou uma crase num ás de copas, uma tesoura sem ponta em meio à linhas de costura, uma flor sem pétalas perante às tropas. Eu faço sentido, de cabeça pra baixo com Cazuza no fone, três metros de fio dental e uma panela de brigadeiro transcendental.

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